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Uma rede de equipamentos para apoiar utentes e famílias

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Centro Dr. José de Azeredo Perdigão

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Centro Dr. José de Azeredo Perdigão

A Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral foi fundada em Lisboa em 26 de Julho de 1960 por um grupo de pais e de técnicos, tendo sido a primeira Associação  de pais e de técnicos para pessoas com deficiência criada no país.

 

O seu aparecimento ficou a dever-se à iniciativa de Maria Luísa de Almeida Alves, mãe de uma criança com paralisia cerebral que, regressada de Londres onde fora estagiar e formar-se nesta especialidade, resolvera abrir, com o apoio do Dr. João Santos da Liga Portuguesa dos Deficientes Motores, um pequeno Centro de Reabilitação. Decorria então o ano de 1958.

 

Dada a especificidade da paralisia cerebral e a impossibilidade daquele Centro dar resposta às inúmeras solicitações que surgiam por todos os lados, e após uma tentativa falhada de apoio da Fundação Adolfo Vieira de Brito, surgiu um grupo de pais de crianças que já estavam a ser atendidas no Centro apoiado pela Liga que, acompanhados por um grupo de técnicos, fundou a Associação, cujos estatutos foram aprovados pelo Ministro da Saúde e Assistência, tendo sido considerada logo desde o início como Pessoa Colectiva de Utilidade Pública Administrativa.

 

A criação de uma Associação constituída por cidadãos independentes do poder político de então foi muito difícil, tanto mais que era doutrina feita dentro do próprio Ministério da Saúde e Assistência  que “a paralisia cerebral não tinha cura, e como tal nada havia a fazer às crianças que não fosse o cuidado diário a prestar pelas suas famílias e manter as crianças em casa, pois nem sequer a escola poderiam frequentar.”

 

Com a fundação da Associação em 1960 nasceu o primeiro Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral do país. De início em instalações precárias, com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e dos Ministérios doa Assuntos Sociais e da Educação. Foram diversas as instalações provisórias durante cerca de oito anos, até que a Fundação Calouste Gulbenkian financiou o projecto, a execução e o equipamento dum Centro ainda hoje considerado modelo – tanto em espaços como em funcionalidade - bem como a formação e especialização do pessoal técnico no país e no estrangeiro. Decorria o ano de 1965.

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